Recomendamos: Como não ser, tranquilamente, human@s. Técnica e política da Antiguidade à era neoliberal, de Rebeca Baceiredo

Como não ser, tranquilamente, human@s. Técnica e política da Antiguidade à era neoliberal, de Rebeca Baceiredo, é unha obra publicada por Através.

Como não ser, tranquilamente, human@s. Técnica e política da Antiguidade à era neoliberal procura a relação entre a concepção da técnica, o antropocentrismo e o pacto social, que envolve, não só o âmbito deliberativo da constituição da cidadania, referente ao logos, mas a distribuição de funções, quer dizer, o trabalho.
Se numa origem a técnica era concebida como pré-humana, posteriormente passa a ser entendida como uma capacidade do antropos, inaugurando o humanismo. Porém, na atualidade, a tecnologia e tecnociência, mesmo com capacidade para alterar a própria ontologia, parecem tornar-se algo autónomo, alheio ao humano. Porém, não faz mais parte do pensamento cósmico antigo (Nous), mas da estrutura produtiva do capitalismo, que naturaliza os processos do humanismo e permanece ancorado no niilismo negativo e reativo dos últimos humanos.”

Pode lerse o prólogo aquí.

Recomendamos: História da Dança Contemporânea na Galiza, de Afonso Becerra de Becerreá

História da Dança Contemporânea na Galiza, de Afonso Becerra de Becerreá, é unha obra publicada por Através.

“Eis a primeira história da dança na Galiza. Um exercício de recuperação parcial da memória de uma das artes mais efémeras e difíceis de narrar, desde os seus primórdios até 2020, com o foco no seu período de eclosão e esplendor.
Contar a dança não é uma tarefa simples, para não dizer impossível, mas, como tudo o que é imprescindível na vida, necessita de ser contada. Ninguém poderia conceber uma vida sem dança, e também não se pode conceber uma cultura sem a arte da dança. Aliás, escrever a sua história é um exercício de justiça para com as heroínas e heróis que decidiram dedicar-lhe a vida, num contexto de extrema dificuldade. Nesta história, centramo-nos na dança contemporânea, que é a mais livre e heterodoxa de todas as modalidades e estilos. Aquela que, portanto, melhor de expressar a criatividade de um povo. A galega é especialmente poemática, dentro de um efervescente ecletismo.Quer mais concetual, quer mais acrobática e circense ou com o pé no tradicional, a dança contemporânea galega nunca renuncia ao existencial e à ligação à terra. Habituada ao adverso, o seu vitalismo é irredutível.”

Recomendamos: E continuaremos a contar, de Paula Carballeira

E continuaremos a contar, de Paula Carballeira, é unha obra publicada por Através Editora.

““O que contamos reescreve-nos, permanentemente. Assim, vamos preparando o tempo que há-de vir, quase sempre incrédulos com a metamorfose que é a vida. Contamos, porque a isso estamos obrigados, pela nossa natureza narrante, pela nossa condição de ‘animal imaginário’, por compreendermos a finitude dos dias, pela inquietação de sabermos que, um dia, seremos apenas as histórias que contámos.” – Cristina Taquelim.”

Recomendamos: A tribo que conserva o lume, de Teresa Moure

A tribo que conserva o lume, de Teresa Moure, é o nova obra narrativa da autora, publicado por Através.

“Mas os dias não existem, somos nós a dar-lhes sentido, a considerar que o planeta roda como um relógio imenso, só para nós.Quem matou Thomas Dinger? Era um aventureiro sem palavra? Um professor da Universidade de Ann Arbor? Um colaborador dos serviços de inteligência americana? Um anarcoprimitivista? Poderemos saber quem foi realmente esse homem que apareceu morto na sua casa no Michigan? Cinco anos depois do seu passamento e devido a reiteradas mortes de linguistas em todo o mundo, duas mulheres envolvem-se em investigações paralelas com consequências imprevisíveis.”

Recomendamos: Ricardo Carvalho Calero. Coraçom de Terra

Ricardo Carvalho Calero. Coraçom de Terra, de Iván Suárez (deseños), Xico Paradelo, Irene Veiga e Carlos Rafael Ramos (roteiro), é un libro de banda deseñada publicado por Demo Editorial e Através Editora.

“Banda Desenhada alicerçada em vários itens da biografia de Ricardo Carvalho Calero: a infância em Ferrol, os estudos universitários em Compostela, a Guerra do 36, a docência em Lugo no Colégio Fingoi, catedrático na USC e a eclosão do reintegracionismo. Tudo orquestrado de forma a mostrar os problemas da situação cultural, linguística e política do país ao longo do século XX e do estado de cousas na atualidade.
A obra arranca em Lisboa, 1996, numha realidade alternativa. Durante o ato de fundaçom da Comunidade dos Países de Língua Portugyesa, Ricardo Carvalho Calero, representante da Galiza e um dos principais intelectuais do galeguismo, imagina, momentos antes de tomar a palavra, como teria sido a sua história e a da sua Terra se o passado tivesse acontecido de umha forma diferente.”

Recomendamos: Português do Brasil. O galego tropical, de Diego Bernal Rico

Português do Brasil. O galego tropical, de Diego Bernal Rico, é un libro publicado por Através Editora.

““Fazia falta um livro como este, que falasse do português brasileiro olhando-o por baixo, por dentro, partindo da vivência da língua, com os seus cheiros e sabores, na confusão das cidades, no escurinho do cinema e com a poeira as ruas. Diego Bernal, após anos morando no Brasil e em Portugal, faz isso de maneira admirável, com a prosa leve e uma sensibilidade afiada. O seu olhar descortina as relações entre o galego e o português brasileiro, como duas pontas de um sistema linguístico histórico, nas palavras mais cotidianas, na topinímia, nas formas de nomear” (Xoán Lagares).
Diego Bernal Rico (Lugo, 1982) É mestre em Filologia Galega pola Universidade da Corunha e pós-graduado em Ensino do Português pola Universidade Nova de Lisboa. Deu aulas em várias universidades do Brasil e Portugal e na atualidade é professor de galego na EOI Jesús Maestro de Madrid. É autor do conto A estória do Apalpador, o carvoeiro mágico do Courel e dos livros sobre língua Remédios para o galego, Dicionário visual Através e Português do Brasil. O galego tropical.”

Recomendamos: A Fé do Converso, de Mário Herrero

A Fé do Converso, de Mário Herrero, é unha obra publicada por Através Editora.

A Fé do Converso é a geometria de todas as palavras, dentro de todos os personagens entre muros e fora deles, de linhas claras que entre pálidas se entrelaçam. Um grito não contido, um capítulo Final “morreu deus na sala de estar” e a limpeza visceral completa-se.
Olhares passantes de uma memória sentida no “…fracasso da utopia”.”

Recomendamos: Antologia da poesia em galego, de Ricardo Carvalho Calero

Antologia da poesia em galego, de Ricardo Carvalho Calero, é unha antoloxía elaborada por Paulo Fernández Mirás, publicada por Através Editora.

“A escolha dos textos recolhidos nesta antologia tenciona não somente mostrar as excelentes qualidades e capacidades do poeta como versificador ou criador mas também achegar fragmentos da sua vida feitos poesia, essa parte biográfica que contém a sua obra e que não figura apenas na narrativa, como Scórpio, para além de outros poemas que destacam pela sua qualidade.”

Recomendamos: #NãoMeKahlo. Feminismo além das redes

#NãoMeKahlo. Feminismo além das redes, é unha obra publicada por Através Editora.

“Este livro tem a sua semente num Hashtag, #MeuAmigoSecreto, cuja intenção era chamar a atenção sobre o machismo daquelas pessoas mais próximas a nós: colegas de trabalho, namorados, amigos, chefes… e serviu para muitas mulheres partilharem os seus relatos gerando numerosas interações.
O coletivo Não Me Kahlo foi a espoleta deste Hashtag e com este livro dão continuidade à energia que gerou. Em doze capítulos, elaborados sobre sólidas pesquisas estatística e bibliográficas, analisam temas como a construção da feminilidade, as mulheres negras, o empoderamento, a sexualidade, a desmitificação da maternidade, a cultura da violação ou os padrões de beleza.”

Recomendamos: Animais de estimação e bestas de companhia, de Rebeca Baceiredo

Animais de estimação e bestas de companhia, de Rebeca Baceiredo, é un ensaio filosófico publicado por Através Editora.

Animais de estimação e bestas de companhia é um livro em que a autora explora duma óptica filosófica a nossa relação com outras espécies e estuda a alteridade e a relação dos humanos com um Outro animal. Como se constrói a subjetividade com respeito ao Outro, o arriscado de falar por boca do Outro e a possibilidade da sua mercantilização são temas que aparecem neste ensaio. Rebeca Baceiredo faz um estudo desse outro animal que estamos se(gui)ndo.”